Por Olaf estar no mesmo barco que os Baudelaire ele acreditava ter triunfado. Ele imaginava o que fazer com a fortuna, como comprar um carro novo, e nomeá-lo “Conde Olaf”. Ocorria uma tempestade no mar, e o barco parecia “um patinador no gelo”, se exibindo. As crianças acordaram na manhã seguinte com as pernas e braços doendo, sem saber exatamente onde estavam. Olaf caiu do barco, estava estirado na areia, meio adormecido, parecido muito calmo, e Violet lembrou que não foi preciso atirá-lo no mar, a tempestade fez isso por eles. Eles encontraram uma ilha à frente, com pessoas morando lá. Mas Olaf diz que “Descobriu a Ilha”, que a chamaria de Olaflândia. Eles encontraram uma menina que morara na ilha, ela chamava-se Sexta-Feira. E usava uma túnica branca.
Sexta-Feira pergunta a eles se eles são náufragos, que dizem que sim. Depois de uma tempestade ela faz a coleta de material arrastado até a plataforma costeira. A menina ofereceu uma bebida forte e com gosto amargo e estranho chamada “cordial de coco” pois não havia água filtrada na Ilha. Só água salgada para tomar banho. Os Baudelaire não gostaram do gosto, e Sunny cuspiu a bebida. Sexta-Feira explica que uma vez ao ano, no “Dia da Decisão” as marés se invertem e é possível velejar para longe da ilha, mas há anos ninguém faz isso. Ainda assim, é possível. As crianças foram apresentadas a Ishmael. Ele pediu para que os chamassem de Ish. Falou que havia tempos que não eram admitidos novos membros na Ilha, mas eles podiam ficar. Ao colocar as túnicas brancas acharam-se estranhos abandonando a vida antiga por essa vida na ilha. Não tinham certeza doq ue estavam fazendo.
As crianças pensaram se deveriam contar a Ish tudo que Olaf as fez passar, mas seria uma história muito longa. Tudo que era mecânico e que foi encontrado na plataforma costeira, deixado lá devido às tempestades, era jogado no arboreto da Ilha, separado do resto dos habitantes. Como uma hélice, um ralado de coco. Ishmael dizia que essas coisas poderiam “balançar o barco”, ou seja, criar brigas entre os ilhéus. Ishmael era uma espécie de “facilitador”. A Sra. Caliban, mãe de Sexta-Feira, foi quem cozinhou. Ela fez ceviche, um prato Sul-Americano. Ish chamou os Baudelaire de órfãos, contudo, eles não haviam contando para ele que haviam perdido os pais. Também se perguntavam como Olaf estava. Eles se acostumavam com o lugar, apesar de não haver uma biblioteca, da comida não ter tempero, do cordial de coco ser amargo, e das roupas serem um pouco quentes demais. Era o preço a se pagar por um lar. Eles estavam vivendo em paz na ilha, quando ocorreu uma nova tempestade. No dia seguinte foram com os outros ver o que podiam resgatar. Eles estavam felizes, pois estavam seguros na ilha. Uma tempestade havia ocorrido e eles estavam seguros. Apesar de não haver livro nenhum para ler, e da comida ser sem tempero.
Havia um objeto grande, em forma de cubo na Praia. Ele era formado por um monte de livros, e em cima dele estava Kit Snicket. Conde Olaf apareceu, usando uma barriga falsa de algas, perto de onde Kit estava. E os habitantes da Ilha começavam a se aproximar do grande cubo de livros. Olaf ameaçou parar de fingir ser uma grávida, para voltar a ser Olaf e atirar o arpão em alguém, mas ele tinha uma só flecha, e a ilha era formada de muitas pessoas. Assim, ele seria pego. Sexta-feira encontrou uma “Víbora Incrivelmente Mortífera”, mas as crianças explicaram para ela que era uma cobra dócil. Falaram que havia sido seu tio Monty que a descobrira. Olaf foi trancafiado a mando Ishmael numa grande gaiola de pássaro por ser um vilão. Ainda assim, fingia ser uma grávida, precisando de ajuda, chamada Kit Snicket. Por terem escolhido dar abrigo e ficar com Kit, os Baudelaire foram deixados para trás. E o “Dia da Decisão” estava chegando. Olaf acusou Ish de ir até o arboreto onde todas as coisas mecânicas ficavam jogadas como lixas, e se refestelar, enquanto os habitantes da ilha viviam com limitações. E que os pés dele que não podiam andar, “Os Pés de Barro”, eram uma mentira. Ele ia até o arboreto quando bem queria. Olaf estava tentando fazer as crianças abrirem a gaiola onde estava preso, disse que contaria os mais incríveis segredos que os órfãos não sabiam, contudo, eles não abriram a gaiola.
De noite, Kit acabou acordando, e os Baudelaire estavam do lado dela. Ela já havia ouvido falar do lugar, mas nunca estivera lá antes. Kit acha impossível o marido da Sra. Caliban ter morrido pois ela tomou café turco com ele dias atrás. Os Baudelaire vão ajudar a tirar Ish do poder pois Erewhon e Finn prometeram ajudar kit Snicket. As pessoas que trouxeram o jantar para os Baudelaire disseram que um motim estava para acontecer. Estavam cansados de Ish. Iriam fazê-lo partir no barco no “Dia da Decisão”. Havia muita coisa na “Biblioteca” do arboreto. De automóveis a chaminés, de Karts a fogões, muitas coisas. Violet achava errado usar aquele lugar cheio de coisas incríveis para “Fabricar Armas”. E começar uma cisão, mas Klaus achava que não havia outro jeito.
Havia uma entrada secreta por dentro da macieira por onde a cobra entrou, as crianças a seguiram. Lá dentro havia fogão, eletricidade, livros, barbeador, até um periscópio para observar o oceano, Era tudo muito diferente do modo como os habitantes da ilha estavam vivendo. Ishmael estava escondendo isso. Ishmael descobriu que as crianças estavam dentro da Macieira. Ele disse que mais cedo ou mais tarde sabia que eles iriam lá. Nunca conhecera um “Baudelaire que não balançasse o Barco”. Ish contou que quando chegou á Ilha os pais dos Baudelaire já estavam lá, eram eles os facilitadores. Eles sugeriram um sistema de filtragem, e serviam comida gourmet. Ish conta que a bebida que os ilhéus bebem, “O Cordial de coco” serve como opiáceo, eles esquecem o que querem. Também fala que os pais dos Baudelaire não contaram muitas coisas para eles, de forma a protegê-los. Ish pede que eles se juntem aos habitantes da ilha para o Desejum.
Quando Ishmael chega com os órfãos, Finn e o amigo já tinham começado o motim, e brigavam pelos mais variados motivos. Alguém gritou pedindo SILÊNCIO. Foi Olaf, que de alguma foram tinha escapado da gaiola grande deixada na plataforma costeira. Ele continuava a chamar o lugar de Olaflândia. Mas Ishmael disse que “Aqui não é nenhuma Olaflândia”. Ishmael levantou-se do seu trono, e os ilhéus testemunharam que suas pernas estavam ótimas. Ishmael tinha guardado o arpão no caso de Olaf voltar. E ele atirou direto na barriga falsa de Olaf. As crianças gritaram. Mas nem isso foi suficiente. E foi tarde. Logo o fundo estava se espalhando. E todos estavam inalando o Mycelium Medusoide, inclusive Olaf. Ishmael não queria que os ilhéus acreditassem nas crianças, mas estavam todos no mesmo barco. Todos haviam ingerido o fungo letal. Os irmãos pegaram um livro chamado “Desventuras em Série” que fora escrito pelos pais deles. Achavam que poderiam encontrar respostas lá. Havia raiz-forte nas maçãs-amargas. Havia raiz-forte por toda a macieira. Os pais Baudelaire as plantaram, como uma medida, no caso de precisarem. Assim, o fungo seria diluído se eles comecem uma maçã. Mas eles estavam muito fracos para sair do lugar, para pegá-la. A víbora incrivelmente mortífera trouxe uma maçã par aos Baudelaire.
Logo eles estavam bem, pensaram no resto da Ilha. Pegaram um caldeirão, onde colocaram muitas maçãs, e iam distribuí-las pelos ilhéus. Os moradores da Ilha a estavam abandonando, Violet pode ver pelo periscópio. E essas pessoas estavam infectadas. Só uma mordida da maçã as salvaria, e eles estavam indo na direção contrária. Eles queriam dar a maçã para os ilhéus, mas eles simplesmente não acreditavam nos Baudelaire. E Kit estava entrando em trabalho de parto. Ela precisava da ajuda dos órfãos. Eles choraram pelas pessoas que perderam, como Dewey e os pais Baudelaire. Kit se recusou a morder a maçã para impedir o fungo de se espalhar, pois de acordo com ela, prejudicaria o bebê. Eles precisavam de ajuda para fazer o parto de Kit. Todos haviam indo embora no Barco. Todos, exceto Olaf. Quando as crianças avisaram que era para ajudar Kit, Olaf mordeu a maçã algumas vezes e levantou-se. Foi até o gigante cubo formando por livros, pegou Kit nos braços e a levou para a praia. Enquanto Olaf ajudava no parto de Kit, ele morreu. Nasceu uma menina e os Baudelaire a adotaram. Ela recebeu o nome da mãe deles. Eles as vezes visitavam o túmulo de Kit, e deixavam flores.
Há um capítulo extra, o capítulo 14, que existe especialmente no último livro da série. Nele a filhinha de Kit com quase um ano, ria do nome que Violet teria se tivesse nascido homem: Lemony. Como em Lemony Baudelaire. Eles planejavam usar o barco para voltar a civilização junto com a bebê Beatrice. Iriam reunir comida, livros e outras coisas. Viajariam no “Dia da Decisão” quando a plataforma costeira se enchesse de água.

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