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70 – Viagens de Gulliver – Jonathan Swift

O livro possui uma introdução escrita por Carlos Jansen em 1888. Também possuí um texto sobre Swift, escrito por Eugênio Gomes, o livro em sí só começa na página 104. Entres os amores de Swift, um deles foi Esther Johnson, uma garota que ele conheceu, ele a chama por Estela nas cartas. Depois, ele envolveu-se platonicamente também com uma moça chamada Vanessa. Uma nova musa para ele. O livro tem início com a carta do Capitão Gulliver ao primo Sympson.

O livro inicia-se com “Viagem a Lilipute”, na página 105. Gulliver estudou Matemática e Navegação e aplicou em sua vida. Em Lilipute, no navio, homens minúsculos começaram a subir pelo corpo de Lemuel Gulliver. Disseram as palavras: Hekinah degul, Jogaram flechas contra Gulliver, que ele sentiu como se fossem 100 agulhas. Os homenzinhos eram um pouco maiores que o dedo médio de Gulliver, e estavam tentando prendê-lo. Os homenzinhos escalavam o corpo de Gulliver. Um deles que tinha credenciais reais queria levá-lo até a Capital de Lilipute. Gulliver pediu para ser solto. Mas os homenzinhos disseram que não. E o levaram prisioneiro. Ele tentou soltar-se mas foi dardeado. Ao se acalmar foi colocado nele um unguento que o ajudou a dormir. Ele descobriu que havia soporífero nos barris de Vinho. Ele foi levado para a Capital. Estava em torpor. Dormia. Tudo que aconteceu a ele nesse meio tempo foi contado a ele depois.



Gulliver acordou, mas sua Majestade não o escalou, como os outros homenzinhos faziam, pois considerariam falta de decoro. Revistam os bolsos de Gulliver, tiram dele uma espada e pistolas. Tomaram providências para o ensinarem a língua. Seis dos maiores sábios daquela terra o ensinaram, e em pouco tempo Gulliver fez progressos. Ele tentou comunicar-se com a realeza, mas apesar de saber 6 ou 7 idiomas foi em vão. O jovem príncipe não entendeu nada. Ele era um prisioneiro, mas o tratavam como hóspede. Juntaram 600 camas da medida comum para ele deitar-se, foram pregadas umas as outras. Chamavam Gulliver também de Homem-Montanha, e encontraram muitas coisas interessantes nos bolsos dele. Coisas enormes para aqueles homenzinhos. Sendo mais hóspede que prisioneiro, e fazendo tudo de boa graça, tinha esperança de conseguir a Liberdade. Isto é, a permissão de poder deixar aquele reino. Gulliver conseguiu a liberdade, mas com algumas condições.

Gulliver pediu permissão para visitar a Metrópole: Mildendo. Ele defende a terra e impede uma invasão. Os aposentos da Imperatriz são incendiados, mas Gulliver tenta salvar o resto do Palácio. Os inimigos atiraram flechas nele que caíram como agulhas. O inimigo chamava-se Blefuscudianos.

Em Lilipute, as Meninas costumavam-se casar-se aos 12 anos. São levadas a tutores onde são ensinadas as coisas do Casamento. 200 costureiros e 300 alfaiates se empregaram em construir roupas novas para Gulliver, a partir de uma camiseta velha de Gulliver estendida no chão. Tramam contra Gulliver, acusam-o de Alta Traição, e este foge para Blefuscu, uma Ilha. Depois de Blefuscu, Gulliver consegue voltar ao país Natal. Chegando à Inglaterra, vendeu as vacas que tinha guardado nos bolsos, vendendo o Gado por 600 Libras. Permaneceu apenas 2 meses com a família e depois voltou a viajar de novo.



Nessa segunda aventura, o autor, Gulliver viaja a Brobdingnag. Vai num bote para conhecer o País. É deixado em Terra, um nativo o agarra, e ele é levado para a casa de um Fazendeiro. Parece que em Brobdingnag Gulliver é tão pequeno como um soldadinho de Chumbo. Para Gulliver, um gato de um dos amos dele era 3 vezes maior que um Boi. E os risos eram gritos que machucavam seu ouvido. Um caderno tinha o tamanho de 4 elefantes. Naquela terra tudo era grande. A cama em que dormia tinha 20 jardas de largura, era maior que um navio de Guerra, para Gulliver. O quarto tinha de 200 a 300 pés de Largura.

Gulliver é levado à Cidade, e depois à Metrópole. Além disso, conhece a filha do Fazendeiro. Ele tinha uma ama, e o fazendeiro esperava mostrar Gulliver para as pessoas como uma atração, e ganhar dinheiro com isso. Ele lutou o que tinha aprendido quando criança, falou com a amazinha dele enquanto se apresentava. O amo dele o apresentou várias vezes para plateia de até 30 pessoas para não haver aglomeração. O apresentou umas 80ou 100 vezes o que realmente deixou Gulliver esgotado. Na apresentação, Gulliver bebeu de um dedal que foi feito de copo. A amazinha dele tinha um livro para menina sobre sua religião. Usando ele, ela ensinou a Gulliver as palavras e letras do idioma dela. Ele foi apresentado à sua Majestade que quis comprá-lo. Gulliver disse que era um escravo de seu amo, mas que seria um orgulho viver na Corte. O dono pediu 1000 peças de ouro por Gulliver, que foi vendido à realeza. Gulliver pediu permissão para continuar vendo sua Ex-Ama Glumdalclitch, e conseguiu.

Bem, Gulliver foi vendido à Rainha, também chamada Imperatriz e cabia na palma de sua mão. Gulliver rebateu que vivia numa terra onde tudo era proporcional ao seu tamanho, as árvores e os animais, assim sabia defender-se. A rainha não sabia no que acreditar. Naquela terra nem podia-se chamar Gulliver de anão, pois um anão tinha 30 pés de altura! Gulliver era muito menor, o consideram um “lesus naturae” Um “divertimento da Natureza”. Gulliver comia com a Rainha, junto da amazinha, e tinha todo o conjunto de talheres e prato adaptados ao seu “pequeno” tamanho. Gulliver descreve o país de Brobdingnag, e descreve o templo Principal, Lemuel Gulliver estava com sua ama, Glumdalclitch.

Gulliver testemunha a execução de um criminoso. Ele era levado pela ama numa caixa menor. Ele era quase um anão naquela terra. A Rainha fez um navio para Gulliver, e o mar era uma cisterna. Gulliver inventa coisas para agradar o rei e a rainha. Gulliver leu muitos dos livros daquele povo, alguns tratavam sobre a fraqueza do Espírito humano. Ele vai com o Rei e a Rainha até as Fronteiras daquela terra. E finalmente regressa à Inglaterra. O rei queria casar Gulliver com uma mulher do tamanho dele, mas para Gulliver seria horrível deixar descendentes tão pequenos, guardados em caixas como canários. Uma ave pegou a caixa onde Gulliver estava eu tirou de perto da orla do mar, Gulliver se assustou. Ele se sentiu cair. E caiu: No mar. A caixa flutuava. Ele desejou não ter saído de perto da garota dele, a ama dele, que tinha o estranho nome de Glumdalglitch.

Gulliver encontrou o capitão Mr Thomas Wilcocks, de Shropshire. E assim foi resgatado. Falava coisas estranhas, por isso os homens pensavam que estava delirando. O Capitão pediu um relato das Viagens de Gulliver. E perguntou o que se sucedeu para terminar naquela horrorosa e monstruosa caixa de Madeira.



Na 3º parte do Livro, Gulliver viaja à Laputa e outros lugares como o Japão. Nessa aventura, Gulliver é preso por piratas, conhece um Holandês, chega á uma Ilha, e vai á Laputa. 10 dias depois de ter chego em casa, um comandante chamado William Robinson o visita. E o convida para uma jornada no seu navio: Hopewell. Robinson quer viajar às Índias Orientais. Eles estão em Laputa. E são descritos os modos de se viver desse povo. Um dos olhos era voltado para dentro, e outro para o Zênite. As roupas tinham estampas de sóis, luas e estrelas,como também de “violinos, flautas, harpas, trombetas, guitarras e cravos”. No original, Laputa significa “Ilha Volante ou Flutuante”, e o nome da Capital é Lagado. O seu diâmetro é de 7.837 jardas,o que seria umas 4 milhas e meia. Assim possui dez mil acres, com uma grossura de 300 jardas. Gulliver descobre os progressos feitos pelos laputianos. Os astrônomos descem a uma cúpula chamada Flandona Gagnole ou “Cova dos Astrônomos”.

O nome da segunda cidade do Reino é Lindalino. Gulliver sai de Laputa, e vai para Balnibardi, de lá chega à Lagado, à Metrópole do país. Ele visita a grande Academia de Lagado. Há cientistas que trabalham em carneiros modificados geneticamente que não possuem pelo no corpo, tal qual um carneiro pelado. Há várias invenções estranhas. O autor, isto é, Gulliver, vai até Maldonada. Longe de Lagado, há a grande Ilha de Luggnagg, depois ele passa pela “Ilha dos Feiticeiros ou Mágicos”. Nesse Lugar ele pede para que os mortos apareçam para ele. Isto é, os Grandes Mortos, como Alexandre, O Grande, com seu Exército. César e Bruto, ou, Homero e Aristóteles, e os magos os fazem aparecer.

Enquanto Gulliver se dirige a Maldonado, ele é preso no caminho. Em Abril de 1708, Gulliver chegou a Clumegnig, porto do mar perto de Luggnagg. De acordo com Gulliver, os Luggnaggianos são um povo cortês, mas são orgulhosos. O autor saí de Luggnagg e se dirige ao JAPÃO. Viaja para Nangasáqui, e também visitou o Amboyna, navio de Amsterdã.



Na 4º e última aventura, Gulliver vai ao país dos Houyhnhnms. Ele encontra Yahoos, estranha raça de cavalos inteligentes. Encontra também dois nativos. Gulliver é levado a uma casa para morar lá. Ele dorme na palha, separada das estrebarias dos cavalos Yahoos, Gulliver precisa novamente aprender a língua dos Houyhnhnms. E Gulliver faz um relato da viagem aos nativos. A palavra que dá nome ao país no idioma deles quer dizer “cavalo” e significa “A Pefeição da Natureza”. E Gulliver é confundido comum dos Yahoos. O autor conta sua viagem, e os acidentes que ocorreram nela. Ele conta que foi criado numa Ilha chamada Inglaterra, educado para ser Cirurgião, e que o país dele era governado por uma rainha, a Rainha Anna, que era uma fêmea do Homem.

Gulliver conta para eles o que seria a Europa, e especialmente o país dele para o amo. O autor conta sobre a constituição na Inglaterra. Gulliver discorre sobre razões pela qual uma guerra se inicia no país dele, ou na Europa. Descreve canhões, mosquetes, colubrinas, carabinas, pistolas, cercos, retiradas, ataques e outras coisas. Gulliver ficou feliz em contar ao amo toda a Carnificina e Horror da guerra de seu povo, não só ficou feliz, como também exultou o ato.

Além disso, ele conta mais sobre as funções do Primeiro-Ministro nas cortes Europeias. Gulliver está feliz entre o povo dos Houyhnhnms. Um navio Português faz Gulliver de refém, mas de alguma forma ele consegue escapar e retornar a Inglaterra. Gulliver tomou um navio em Lisboa no dia 24 de Novembro. E no dia 5 de Dezembro de 1715, ele chegou são e salvo a sua casa na Inglaterra.

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