Índios Canibais.: Viagem ao Brasil do Hans Staden é um relato principalmente de quando ele foi capturado pelos índios que na época ficavam na área do Rio de Janeiro & Niterói e de como ele foi forçado a vê-los comerem amigos ou inimigos portugueses e franceses serem comidos vivos pelos índios canibais. Os índios não acreditavam que ele fosse francês. Para eles só haviam os Portugueses que eram os inimigos. E os franceses com quem trocavam raízes de mandioca, comidas por tesouras, espelhos e outras coisas. Para eles não haveria alguém que fosse "Alemão". Ele passou quase um ano em companhia dos índios canibais até ser resgatado por um navio francês, se eu não estiver errada, e voltar para casa. Mas depois ele voltou, e fez outra viagem. No livro ele narra os hábitos desse índios na segunda parte do livro. É interessante.
A primeira parte do livro começa com o Rei Édipo, já marido de Jocasta, tendo mandado seu cunhado Creonte visitar o Oráculo. Este pede justiça pelo sangue derramado do seu rei anterior à Édipo, rei Laio. Sabem que o rei Laio foi morto enquanto fazia uma viagem, morto por salteadores. Há só um sobrevivente do ocorrido, que foi anos atrás, ele está muito abalado. E mora longe. Édipo roga pragas e punições contra o assassino de Laio, sem saber que era ele mesmo o assassino. Tirésias, idoso e cego, é tratado como um rei, parece saber a verdade mas não quer contar. Pois de acordo com o próprio tornaria Édipo infeliz. Até que finalmente Tirésias abre a boca ao pronunciar: “Afirmo que o assassino que procuras é tu mesmo”, mas Édipo não quer acreditar. Ele se casou com a mãe, teve quatro filhos com ela, um deles foi uma menina chamada Antígona. Édipo chegou a Cidade anos antes, foi confrontado pela Esfinge, e resolveu o mistério. A cidade ficou tão feliz por ver-se livre de tal monstro que d...
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