Amor e Tragédia. São duas história curtas do período Romântico, escritas por José de Alencar, que foi publicada em folhetins no século XIX. Na Primeira, por causa de um atraso de 5 minutos, o personagem pega outra condução, e conhece uma mulher, a mulher da sua vida. Ele próprio diz que os Ingleses são muitos pontuais, mas se ele fosse como os Ingleses, ele nunca a teria conhecido. Na segunda história, Carolina se casa com George, que herdou um grande patrimônio do pai, mas o gastou, e agora se vê sem nenhum centavo. Eles casam, tomam licor Chartreuse para celebrar, ele sai. E se mata com um tiro. Por que ele perdeu tudo... Nos meios sociais aquela garota de 16 anos que havia acabado de se casar com Jorge, se veste de preto, pratica um pouco do coquetismo, mas não tem nenhum novo marido, e após anos, Carolina, OU, A VIUVINHA como fica conhecida na Sociedade, continua a usar o preto, uma viúva virgem. Numa conversa com uma parente ela diz que o preto lhe cai bem.
A primeira parte do livro começa com o Rei Édipo, já marido de Jocasta, tendo mandado seu cunhado Creonte visitar o Oráculo. Este pede justiça pelo sangue derramado do seu rei anterior à Édipo, rei Laio. Sabem que o rei Laio foi morto enquanto fazia uma viagem, morto por salteadores. Há só um sobrevivente do ocorrido, que foi anos atrás, ele está muito abalado. E mora longe. Édipo roga pragas e punições contra o assassino de Laio, sem saber que era ele mesmo o assassino. Tirésias, idoso e cego, é tratado como um rei, parece saber a verdade mas não quer contar. Pois de acordo com o próprio tornaria Édipo infeliz. Até que finalmente Tirésias abre a boca ao pronunciar: “Afirmo que o assassino que procuras é tu mesmo”, mas Édipo não quer acreditar. Ele se casou com a mãe, teve quatro filhos com ela, um deles foi uma menina chamada Antígona. Édipo chegou a Cidade anos antes, foi confrontado pela Esfinge, e resolveu o mistério. A cidade ficou tão feliz por ver-se livre de tal monstro que d...
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