Safe Harbour, São Francisco.
Uma
filha e a mãe passam o VERÃO em Porto Seguro (Safe Harbour) para
tentar esquecer ou conviver com a perda recente do marido e do filho
num acidente de avião. Ted, o marido morreu, como também Chad, o
filho e irmão de Pip. É Pip significando Philippa, mas ela é uma
criança de 11 ou 12 anos que odeia ser chamada desse nome. Ela tem
um cachorro labrador chocolate chamado Mousse, que é como ela mesma
diz uma sobremesa francesa. A mãe dela, Ophélie, é francesa, mas
mora a duas décadas ao menos nos EUA. Ela tem mais ou menos 42 anos.
Mãe e filha passam seu tempo naquele idílico lugar, querendo
esquecer a casa em que moravam com TED & CHAD, os cômodos, as
memórias, os pertences, tudo trazia sofrimento a memória. Então
enquanto Pip está de férias da ESCOLA, elas passam os dias em Porto
Seguro (OU Safe Harbour). É caminhando na Praia que Pip conhece um
homem que já tem seus 47 anos, chamado Matt ou Matthew. A princípio
Pip não conta para a mãe de seus encontros secretos na Praia, nos
quais so Mousse, o labrador, vai. A mãe está dormindo, e Pip decide
sair, mas a mãe a segue. Inicialmente Ophélie ODEIA Matt, diz que
ele pode ser um pedófilo ou coisa pior. Mas aos poucos eles se
tornam amigos. Matt tem dois filhos que moram na NOVA ZELÂNDIA com
Sally, a ex-esposa. Para ele, os filhos não querem saber dele,
enviou cartas que nunca foram respondidas, mas isso é culpa de
Sally, que nunca entregou as cartas aos filhos, fazendo Robert e
Vanessa pensarem que o pai é que o tinha esquecidos. Então, a farsa
é descoberta, pois Robert muda-se para os EUA para estudar em
Stanford e descobre o endereço do pai. Conversando eles descobrem o
que aconteceu.
Matt
e Ophélie tentam uma vez, mas ela não consegue, sente-se muito mal
pelo marido que havia perdido, e que havia a enganado com a melhor
amiga Andrea. Como se não fosse suficiente, Andrea teve um filho,
que ela disse ter sido de um banco de inseminação artificial, mas
era na VERDADE filho de Ted, o nome do bebê era Willie. Considerando
tudo, o bebê não era culpado por nada.
Com
muito tempo livre, Ophélie começa a trabalhar num centro que ajuda
desabrigados, sem-teto, com comida, roupa, moradia, chama-se CENTRO
WEXLER. Sem a aprovação de Matt, ela começa a participar mais
ativamente neste centro, ao invés de preencher papelada numa sala,
ela vai em uma das VANs ajudar o pessoal sem-teto nas ruas. O
problema é que há bêbados, alguns drogados, mas até então
ninguém havia se machucado por causa disso. Numa vez, um indigente
que estava muito drogado chama Ophélie de PROSTITUTA e pergunta onde
está o cafetão dela. Ele tinha uma arma, e dispara três vezes
contra ela. Ela não morre mas fica na UTI do Hospital em estado
crítico. Depois desse perrengue, Matt tenta de novo, e ela aceita. E
acontece um final feliz.
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