O Belo Dorian Gray
É
uma releitura de outra edição. O livro trata da corrupção de um
jovem inglês chamado Dorian Gray. Talvez mental. Ele é pintado em
fins do século XIX por Basil Hallward, e o amigo deste Henry coloca
algumas ideias na cabeça dele. Como que com o tempo ele irá
envelhecer, ficar acinzentado, os cabelos ficarão ralos, e então
Dorian olhando para a bela e fresca pintura daquele dia de Julho,
deseja que a pintura envelheça no lugar dele, Ele daria tudo por
isso, daria até a ALMA! É o que acontece.
Ele
está namorando uma atriz de teatro Sybil Vane, uma ótima atriz, que
quando se apaixona por ele, não vê nada no teatro, só deseja
Dorian. Ao fazer uma má interpretação, ela machuca Dorian, que
passa a detestá-la. Ele fala coisas más a ela. Ao chegar em casa e
observar a pintura, parece haver uma mudança nela, os lábios estão
repuxados, o olhar é vil. Ele decide esconder a pintura, e escrever
uma retratação para Sybil. Contudo, no dia seguinte ele recebe a
notícia, pelo amigo Henry de que Sybil cometeu suicídio. Tomou um
veneno.
E
aquela é apenas a primeira das modificações no retrato, ele faz
outras coisas más. Por isso, quando o amigo Basil sugere exibir a
obra em Paris, ele fica louco, dizendo que não quer, que a obra não
é para ser vista. Meses passam, Basil acaba vendo a obra, e Dorian,
o mata com uma faca, chama um conhecido de nome Alan, que tem meios
para se livrar do corpo. O retrato fica com os cabelos ralos, a idade
de quase 40 anos a mostra. Contudo o Dorian Físico não parece mais
velho do que os vinte anos que ele possui-a naquele dia de Junho
quando a pintura foi completada por Basil Hallward. Ele tentou
destruir a pintura com uma faca, e foi como se a faca tivesse
perfurado o Dorian de carne e osso. Horas mais tarde, os serviçais
encontram o corpo de Dorian, em frente a uma bela pintura do patrão
de quando este era jovem, e não tinha mais do que seus 20 anos. De
fato, a pintura possui algo de mágico, mas não foi a primeira vez
que esse recurso foi usado na Literatura.
É
um grande clássico, que foi usado contra o autor nos tribunais por
causa de seu caso com Lord Alfred Douglas, ou como ele afetuosamente
o chamava: Bosie. O pai deste, Queensberry, detestava o que ocorria,
era homofóbico e moveu uma ação contra Wilde, que passou dois anos
numa prisão. A última foi Reading. há até um trabalho que Wilde
escreveu depois de sair da prisão: "Balada do Cárcere de
Reading".
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